21 de nov de 2017

Espero que o sofrimento valha a pena

Kevin Hartgers Lemos                                                               1° ano - Química


  “Bom dia”.
Está aí uma expressão que nem sempre se concretiza aqui no IF - escola na qual vim parar pelo acaso do destino. Seja por aquele dever de casa não feito de Língua Portuguesa, ou então, pelas falas mal ensaiadas do teatro de Artes, quase todos os dias podemos contar com tensão e preocupação em realizar todas as atividades propostas.
   Quando nos referimos à vida social, estaremos falando de outras pessoas, aliás, não lembro qual foi a última vez que saí de casa e muito menos que me diverti, em vez de me sobrecarregar com mais tarefas escolares. Pode parecer exagero, mas o cotidiano aqui é um tanto atribulado e a carga horária muito pesada. Pensei que período integral seria uma boa opção, porém ficou só no pensamento mesmo, já que nove horas seguidas exigem muito mais de nosso psicológico e ficar acordado em cada uma das aulas é bem difícil.
   O almoço, segunda hora mais esperada do dia, atrás apenas do momento que podemos ir embora, pode parecer mil maravilhas pelo fato de ser bem extenso, até nos depararmos com a enorme fila de deve ser enfrentada para esquentarmos a comida. A fome passa a ser um problema terrível e praticamente impossível de se resolver. O pior, é quando o bendito microondas decide queimar justo no instante que estou com a marmita pronta para aquecer.
   Apesar de tantos problemas e questões que todo aluno do IF passa, algumas coisas boas podem ser apresentadas, como por exemplo, o estudo e os professores são qualificados (exceto uma pessoa que… sem comentários), há uma boa biblioteca no Instituto e, tem rede WI-FI, apesar de ruim.

Dizem por aí que o sofrimento é uma escada para o sucesso, espero que seja verdade...

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